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Ácido Fólico – Entenda a importância dessa vitamina na gravidez!

O ácido fólico é também conhecido como a vitamina B9 e está presente na sua forma natural (folato) em diversos alimentos da nossa dieta como vegetais de folha verde escura, couve, brócolis e espinafre. Porém na forma natural ele é mal absorvido pelo organismo, sendo a forma sintética a alternativa mais eficaz e prática para suplementação.

De acordo com orientações atualizadas do Ministério da Saúde, a suplementação vitamínica com ácido fólico é recomendada para a mulher em idade fértil, dois meses antes de engravidar e nos dois primeiros meses da gestação. O ácido fólico atua no processo de multiplicação das células e na formação de proteínas estruturais da hemoglobina.

O objetivo da suplementação na gestação é prevenir defeitos no tubo neural do feto, formado no momento inicial da gravidez. A ingestão da substância reduz em até 75% o risco de má formação dessa estrutura, prevenindo casos de anencefalia, paralisia dos membros inferiores, incontinência urinária e intestinal dos bebês, além de diferentes graus de retardo mental e de dificuldades de aprendizagem escolar.

O que é tubo neural?

O tubo neural se converte no cérebro e na medula espinhal do bebê no primeiro mês de gestação, sendo este período o de maior risco para a formação de deficiências. Portanto, se possível, é recomendável aumentar a ingestão do ácido fólico dois meses antes da concepção.

Anteriormente, a recomendação preconizada era de que fosse iniciado pelo menos 30 dias antes da mulher engravidar e mantido no primeiro trimestre da gestação com esse objetivo, mas que sua ingestão poderia ter continuidade até o fim da gravidez, para evitar anemia megaloblástica por deficiência de folato na dieta. Vários serviços estabelecem protocolos próprios para o acompanhamento pré-natal, provocando mudanças nessa conduta. O mais importante é recomendar o uso do ácido fólico no momento inicial da gestação.

O ácido fólico na gravidez serve para diminuir o risco de lesões no tubo neural do bebê, prevenindo doenças, como:

  • Espinha bífida;
  • Anencefalia;
  • Lábio leporino;
  • Doenças cardíacas;
  • Anemia na mãe.

Além disso, o ácido fólico é também responsável por ajudar na formação da placenta e no desenvolvimento do DNA, assim como diminui o risco de pré-eclâmpsia durante a gravidez.

Doses recomendadas de ácido fólico

Geralmente, a dose recomendada de ácido fólico na gravidez é de 600 mcg por dia, podendo chegar até 5 mg. Siga sempre a recomendação do seu médico.

Cuidado com os excessos!

Embora o ácido fólico traga os diversos benefícios para a saúde e o desenvolvimento do bebê, podendo até prevenir o autismo, caso ele seja consumido em doses excessivas, é possível que haja um aumento das chances de ter autismo.

Esta suspeita existe, pois, observou-se que muitas mães de crianças autistas possuíam um valor elevado de ácido fólico na corrente sanguínea durante a gravidez. Assim, este risco não acontece se o ácido fólico for suplementado nas doses recomendadas, devendo-se apenas ter cuidado para evitar o consumo em excesso, sendo importante que qualquer suplementação nutricional ou uso de remédios neste período devem ser orientados pelo médico.

E o MetilFolato?

O MetilFolato, ou 5-MTHF, nada mais é que a forma ativa do folato e, ao contrário do ácido fólico, não precisa ser metabolizado pelo organismo, sendo totalmente aproveitado pelo nosso corpo. Por isso, as pessoas que não conseguem absorver o ácido fólico no organismo precisam ingerir a forma ativa do folato.

Gostou de saber mais sobre os benefícios do ácido fólico na gestação?

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“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico, farmacêutico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Evite a automedicação.”